Publicada por Mídiamax news
Nesta quinta-feira (2), o Prontomed da Santa Casa anunciou aos médicos da pediatria o fechamento do setor no hospital. Pacientes conveniados não terão mais o atendimento especializado para crianças. Até o final de fevereiro, a Santa Casa contará apenas com pediatras do serviço público.
Segundo o diretor do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul, João Batista Botelho, o setor será fechado para contenção de despesas. “O faturamento é baixo para o gasto que eles têm”, justifica.
Atualmente, o Prontomed conta com um quadro de nove pediatras que revezam os plantões para atendimento. Com o fechamento do setor, os médicos que não têm vínculo com outros setores do hospital devem cumprir aviso prévio.
Mesmo que a Santa Casa ainda não tenha se pronunciado a respeito, Botelho adianta que o problema maior será em relação à sociedade. “Ainda é cedo para avaliarmos os impactos, mas teremos um aumento na procura de hospitais infantis, que não fazem atendimento de urgência e emergência”, acredita o diretor. Botelho garante que o atendimento de pediatria do SUS na Santa Casa continuará a atender normalmente.
Publicada por Campo Grande News
Os funcionários do setor da pediatria da Santa Casa, em Campo Grande, foram pegos de surpresa na madrugada deste domingo (29), quando parte do teto do setor de descanso desabou.
Conforme os funcionários, o risco de desabamento do setor já havia sido comunicado para a chefia de enfermagem. Os trabalhadores afirmam que o local é o único lugar para descanso.
“Trabalhamos 12 horas com intervalo de uma hora e não temos outra opção para descanso. O local é precário, não tem dignidade nenhuma”, desabafa um funcionário que prefere não ser identificado. Apesar do susto ninguém ficou ferido.
No entanto a posição da Santa Casa contrária a versão dos funcionários. Segundo informações da assessoria de imprensa o teto não desabou. O buraco na estrutura de gesso foi aberto pela equipe de manutenção para reparos no teto.
Segundo a assessoria, já tem uma semana que o setor de manutenção do prédio foi acionado para fazer os reparos necessários. Os funcionários foram tranqüilizados pela equipe de manutenção.
Publicada por Mídiamaxnews
Até que o instalador de ar condicionado R.R e sua mulher caíssem no giro das clínicas particulares que ficam no entorno da Santa Casa, e no vácuo do HR, ele e a mulher passaram por uma verdadeira prova de resistência na vida real, bem mais dura que os “realits shows” da televisão.
Ao contrário da TV, aqui a família teme que a sua imagem e nomes sejam divulgados porque o tratamento médico não se encerrou.
A sina começou no último dia 16, quando o instalador sofreu um grave acidente de trabalho, ao se desequilibrar de uma altura de três metros, e cair cima de uma escada.
Na queda, bateu a fronte do lado direito no cimento duro e teve imediato traumatismo craniano. Ele não conseguiu se proteger com as mãos.
Depois do forte impacto, o trabalhador ficou inconsciente até pouco antes que o Samu o atendesse, cerca de vinte minutos depois da queda. R.R teve um forte temor em uma das pernas, como se tivesse uma convulsão. E estava sem enxergar, ao lado do sangue e plasma que escorriam piso abaixo.
Atendido em estado de choque e em semiconsciência, foi levado para a Santa Casa, o hospital referência do MS em casos de traumatismos neurológicos, segundo informa a central de regulação do SAMU. Apesar de toda a modernização anunciada pelo governo estadual, o HR está fora deste circuito.
Ao chegar ao hospital ao mesmo tempo em que o Samu, a mulher do acidentado, S.R., encontrou o instalador vomitando e ainda sem enxergar.
E dos dois olhos, porque em 1998 o instalador sofreu um primeiro e grave acidente de trabalho, perdendo tragicamente o a visão esquerda, quando um prego penetrou o seu o olho.
Esposa relata alta inesperada
Sem poder entrar na emergência, a esposa foi informada que o neurocirurgião havia marcado uma avaliação por volta das 21horas do mesmo dia, para depois decidir-se pela alta, ou não – a chamada observação, comum em traumatismos cranianos semelhantes.
Mas, repentinamente , segunda a mulher, uma enfermeira lhe disse que a alta fora antecipada para 18 horas. Nervosa com a decisão, ao tentar saber o motivo, S.R. conta que não obteve resposta. E o marido ainda não enxergava dos dois olhos.
Nesta quinta-feira, 12 de janeiro, às 19h30, será realizada a solenidade de posse da nova diretoria da Associação Beneficente Campo Grande, mantenedora da Santa Casa de Misericórdia. Os novos nomes foram escolhidos em eleição ocorrida no dia 13 de dezembro. O arquiteto Wilson Teslenco foi reeleito presidente, tendo como vice o desembargador aposentado Abdalla Jallad. Ao lado dos demais diretores, estarão à frente da entidade durante o biênio 2012/2013.
Sobre a nova composição da diretoria, Teslenco reforça que são pessoas com ampla experiência na gestão pública e privada, convictos de que a intervenção não alcançou seus objetivos e preocupados com as condições em que o hospital se encontra.
“Estamos esperançosos, neste ano continuamos a luta para que aconteça a devolução da Santa Casa. A nova diretoria tem nomes de peso, pessoas que conhecem e que não estão contentes com a atual situação da Santa Casa, que vieram somar esforços para conquistar o nosso objetivo” enfatiza.
A posse será realizada na sede provisória da ABCG, que fica na Rua 14 de julho, 1640, centro de Campo Grande.
Nova diretoria a ser empossada:
Conselho Administrativo
Diretoria:
Presidente: Wilson Levi Teslenco
Vice-Presidente: Abdala Jallad
Primeiro Secretario: Esacheu Cipriano Nascimento
Segundo Secretário: Jesus Alfredo Ruiz Sulzer
Primeiro Tesoureiro: Carlos Henrique Santos Pereira
Segundo Tesoureiro: Luís Landes da Silva Pereira
Vogais:
(1) Pérsio Ailton Tosi
(2) Joelson Chaves de Brito
(3) Gilton de Almeida Silva
(4) Ricardo Augusto Bacha
(5) Valter Ribeiro de Araújo
(6) Heitor Rodrigues Freire
(7) Elias Gazal Dib
Conselho Fiscal
Titulares:
(1) Mario Antonio Cavinatto de Mello
(2) Yago João Chieregati Júnior
(3) Izaias Gomes Ferro
Suplentes:
(1) Alarico Reis D`Avila
(2) Marcos Alceu S. Villalba
(03) Carlos Liberato Portugal
Assessoria de Imprensa ABCG (67) 3044-1640
A nova gestão possivelmente receberá de volta o hospital em 2013
A Associação Beneficente Campo Grande, mantenedora do maior hospital do Estado, a Santa Casa de Misericórdia, elegeu na terça-feira (13.12) sua nova diretoria. Wilson Teslenco foi reeleito presidente e o desembargador aposentado Abdalla Jallad, vice-presidente. A nova gestão possivelmente receberá de volta a Santa Casa em 2013, conforme decisão judicial.
A assembléia de eleição contou com participação expressiva dos associados, entre eles os ex-senadores Valter Pereira e Juvêncio César da Fonseca. Na oportunidade, o presidente da mantenedora aproveitou o encontro para falar sobre a luta travada na justiça para retomar a Santa Casa.
Ele destacou que “a eleição desta diretoria cria uma grande oportunidade para a conciliação e alinhamento. Esperamos que a devolução da Santa Casa aconteça antes de 2013, para que possamos restabelecer a ordem legal e junto com o poder público salvar o maior hospital de Mato Grosso do Sul”.
Sobre a nova composição da diretoria, Teslenco reforçou que são pessoas com ampla experiência na gestão pública e privada, convictos de que a intervenção não alcançou seus objetivos e preocupados com as condições em que o hospital se encontra.
Há sete anos a Santa Casa vem sendo administrada pela prefeitura de Campo Grande e governo do Estado através de uma junta interventora.
Nova formação da ABCG :
Diretoria :
Presidente: Wilson Teslenco
Vice-presidente: Abdalla Jallad
1º Secretário: Esacheu Cipriano Nascimento
2º Secretário: Jesus Alfredo Ruiz Sulzer
1º Tesoureiro: Carlos Henrique Santos Pereira
2º Tesoureiro: Luís Landes da Silva Pereira
Conselho de Administração
Pérsio Ailton Tosi
Joelson Chaves de Brito
Gilton de Almeida Silva
Ricardo Augusto Bacha
Valter Ribeiro de Araújo
Heitor Rodrigues Freire
Elias Gazal Dib
Conselho Fiscal:
Mário Antonio Cavinatto de Mello
Yago João Chieregati Junior
Izaías Gomes Ferro
Suplentes:
Alarico Reis D’Avilla
Marcos Alceu S. Villalba
Carlos Liberato Portugal
Publicada por Mídamax News
A Santa Casa, um hospital privado, mas sob intervenção do governo estadual e da prefeitura de Campo Grande desde 2005, está sob administração do poder público por mais de cinco anos e chegou ao seu limite. A situação extremamente crítica, vivenciada por milhares de cidadãos que não podem pagar por planos de assistência privados, está incontrolável.
Ontem, o Midiamax passou parte da manhã dentro do pronto socorro de maior movimento no estado. O volume de atendimentos é tão alto que só até o dia 16, desse mês de março, haviam passado pela urgência 3.281 pacientes. O que dá uma média de mais de 6 mil pacientes/ mês, segundo dados da direção do hospital.
Pacientes com problemas mais comuns de saúde, ou politraumatizados em estado gravíssimo, trazidos por viaturas do SAMU, se avolumam em salas improvisadas pelos corredores do PS.
As salas atendem uma padronização do ministério da Saúde, que classifica as urgências em zonas divididas por cores que variam do pior estado clínico para o melhor – vermelho, amarelo e verde. Nessas salas, a crise de falta de vagas salta aos olhos.
Pacientes classificados como “sala vermelha”, às vezes inconscientes, que deveriam estar numa UTI completa devido à sua fragilidade clínica, lotam a Emergência. Nela, por exemplo, só há espaço para seis pacientes usarem o equipamento de intubação respiratória, no caso de problemas nos sistemas respiratório e cardiovascular ou em outros órgãos vitais. Mas ontem pela manhã, 14 pacientes graves ocupavam toda a sala.
Quando a situação se agrava pela falta de respiradores, os enfermeiros usam o “ambu”, um sistema manual que pode causar lesões eventuais nos pulmões.
“Não deveriam estar lá. Estão ali internados, provisoriamente, porque não tem leito disponível na UTI”, afirma o diretor técnico da Santa casa, Dr. Geraldo Marcos Faria.
Na verdade, os pacientes ficam retidos na Emergência porque a ala da UTI destinada ao SUS não tem leitos suficientes para a demanda, já que a Santa Casa centraliza atendimentos do estado inteiro, de convênios e também particulares.
PONTO CRÍTICO
Os pacientes da “sala vermelha” têm que esperar pelas vagas de quem sai da UTI, mas aí surge uma “trava” no sistema. Quem melhora na UTI precisa completar o tratamento na unidade chamada Centro de Terapia Intensiva, CTI, porque ainda depende de cuidados especiais. Mas 18 leitos de CTIs estão desativados, à espera de investimentos em reformas. Além disso, para que haja rotatividade de pacientes na própria CTI, a unidade requer salas do chamado “semi-crítico”, que acolhe o paciente quase recuperado. Mas a Santa Casa não dispõe de salas do “semi-crítico” e a fila não anda.
Assim, os pacientes ficam retidos na Emergência do PS até que surja uma vaga. E quando nem ao menos há possibilidade de internação na “sala vermelha”, acabam permanecendo nas próprias ambulâncias do SAMU, como o ocorrido ontem mesmo.
Uma declaração curta do diretor clínico da Santa Casa, Dr. Luiz Alberto Hiroki Kanamura, define a postura da diretoria do hospital. “Todos os nossos esforços para atender a demanda estão esgotados. Eu até abri a sala de cirurgia cardíaca para atender pacientes de clínica ortopédica”, garante.
Na sala do setor “amarelo” a situação é idêntica. Os pacientes ocupam todos os espaços porque não há leitos disponíveis para internação. E quando a própria sala fica pequena, as macas tomam os corredores. “Tem que internar, acolher, colocar macas nos corredores”, repete o Dr. Geraldo Faria.
Ainda restam os pacientes menos graves, em observação, retidos na “sala verde”, e mais uma vez a crise no atendimento é a mesma, no caso do SUS.
HOSPITAL PEDE TRANSFERÊNCIAS
Embora tenha 591 leitos disponíveis no momento, três vezes por dia a direção da Santa Casa envia relatório de pacientes na fila de espera para que sejam removidos para outros hospitais.
Ontem pela manha o Centro Estadual de regulação, órgão do governo do estado informou que precisava transferir 28 pacientes que aguardavam vagas nos corredores, 6 que esperavam por exames. E que na Sala de Emergência haviam mais outros 10 doentes graves. Ao lado da relação, um aviso: “Alguns pacientes necessitam cuidados de UTI, que não dispomos no momento, solicito providências de vagas”. No mesmo sentindo ouvimos um telefonema para o Secretário Municipal de Saúde Pública, Leandro Mazina Martins.
Os pedidos esbarram em dificuldades dos outros grandes hospitais do estado. O Hospital Universitário apresenta quadro semelhante ao da Santa Casa e o Hospital Regional, do próprio estado, que teoricamente deveria receber os investimentos públicos do SUS, tem serviços, alas, leitos desativados e equipamentos quebrados.
O Dr. Kanamura deu um exemplo da situação do HR:
- Há duas semanas, uma criança engoliu uma pilha e veio pra cá. A Santa Casa não tem endoscopia pediátrica, que é referência do Hospital Regional. A central de regulação deu a vaga no HR, mas logo depois cancelaram, porque o equipamento estava quebrado. A criança nem saiu daqui. Por sorte, a pilha era pequena e a criança pôs pra fora.”
VERBAS FEDERAIS
Para manter o atendimento o Hospital recebe, mensalmente do SUS, a quantia de R$ 5.700 milhões pelo uso de 591 leitos e a realização de 1.756 cirurgias em fevereiro, segundo a direção da Santa Casa.
Mesmo assim, no momento, não faz cirurgias eletivas, que são aquelas programadas para evitar o agravamento das doenças. Não há centro cirúrgico disponível e nem leitos. Se não conseguir tratamento, o paciente que precisa de uma operação volta ao SUS quando estiver com o quadro de saúde agravado, e entra no sistema pela porta da emergência, a vermelha.
A Associação Beneficente Campo Grande, mantenedora da Santa Casa, elege hoje, às 19h, a sua nova diretoria. Atualmente presidida por Wilson Teslenco, há sete anos a ABCG luta na justiça pela devolução do maior hospital do Centro-Oeste, a Santa Casa de Misericórdia. A eleição será realiza na sede provisória da ABCG e a previsão é que mais de 120 associados participem da votação.
A nova diretoria ficará à frente da ABCG pelos próximos dois anos.
Local da eleição : Rua 14 de Julho, 1640, centro
Horário : 19h
Contato : 3044 -1640
Publicada por Campo Grande News
Anunciada no dia 4 de outubro, durante visita do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a Campo Grande, a verba de R$ 23 milhões para melhorias no PS (Pronto Socorro) do hospital ainda não começou a ser liberada. A previsão é que liberação de R$ 2 milhões por mês para investimentos na emergência da Santa Casa.
Na data, o ministro assinou portarias liberando essa verba e ainda
De acordo com informações do Ministério, o repasse foi suspenso a pedido do Ministério Público Federal. Em nota enviada ao Campo Grande News, a assessoria de imprensa do órgão informou que, conforme a área técnica, o recurso não foi repassado por conta de uma solicitação do MPF, “que efetuava avaliações na execução de repasses anteriores”.
Diante disso, conforme a nota, o órgão ministerial achou por bem recomendar ao Ministério que não fizesse ainda a liberação do dinheiro.
Conforme o Ministério, o pedido do MPF já retirou o pedido de bloqueio, mas o Departamento de Regulação, Avaliação e Controle ainda não recebeu a documentação para liberar os valores. “Assim que chegar ao setor, o repasse será autorizado”, informa a a assessoria.
Secretária de Saúde do Estado afirma que o hospital será entregue em 2013
Durante a audiência pública “Saúde Pública em Campo Grande”, realizada na última terça-feira (25.10) na Assembléia Legislativa, o presidente da Associação Beneficente Campo Grande, mantenedora da Santa Casa, Wilson Teslenco, expôs a preocupação da associação em relação ao maior hospital de Mato Grosso do Sul. O presidente questionou a secretária de Saúde do Estado, Beatriz Dobashi, sobre a razão de outros hospitais receberem investimentos e a Santa Casa continuar com os problemas de sempre sendo tratados com descaso. Em resposta, Dobashi alegou que o hospital não tem a dívida de R$ 120 milhões, mencionada por Teslenco durante a audiência. No entanto, o próprio governo, em ocasiões anteriores, chegou a mencionar o débito. A secretária reforçou ainda que o problema do mau atendimento e as condições do hospital se devem ao aumento do número de acidentes de trânsito. Como complemento, Beatriz Dobashi alegou que a Santa Casa será devolvida à ABCG em 2013, data estipulada pela Justiça. Segundo a secretária, o hospital será entregue recuperado, saneado e com uma gestão moderna para a Associação Beneficente Campo Grande.
Publicada por Campo Grande News
Por falta de vaga no CTI (Centro de Terapia Intensiva) não foi realizada a cirurgia com aparelho inédito no Estado que estava marcada para às 7 horas desta terça-feira (18) na Santa Casa de Campo Grande.
De acordo com a biomédica Paula Cristina Frutuoso, do Estado de São Paulo, que iria manusear o aparelho hoje, a cirurgia será agendada novamente.
A paciente de 55 anos sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Ela faria uma hoje uma neurocirurgia. O aparelho foi solicitado pela família por conta da religião. Ele é seguidora da igrena Testemunha de Jeová que não permite a transfusão sanguínea.
Aparelho - Trata-se de uma máquina chamada de Recuperação Intra-operatória de Sangue. A máquina já existe há 25 anos e é pouco conhecida, sendo usado em intervenções cirúrgicas sem transfusão.
Nessa cirurgia a utilização da máquina é necessária porque a paciente é seguidora da igreja Testemunhas de Jeová no Brasil, que não admite a transfusão de sangue.
Conforme a biomédica, o sangue é aspirado pela máquina, filtrado, centrifugado, lavado e somente a hemácias (glóbulos vermelhos) é devolvida para o paciente. O tempo todo que a pessoa tiver em trabalho cirúrgico, a máquina estará trabalhando.
Várias técnicas médicas foram desenvolvidas para auxiliar no tratamento do paciente com o próprio sangue no período da cirurgia. Estes medicamentos são utilizados com frequência em cirurgia torácica, vascular e cardiovascular, onde a utilização de sangue é muito alta.